Ficção Científica & Ficção Fantástica

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11 opiniões sobre “Ficção Científica & Ficção Fantástica

  1. Desejo apresentar à sua amigável apreciação, um comentário que fiz a um dos seus textos sobre viagens no termpo…

    Em “VIAGENS NO TEMPO E PARADOXOS TEMPORAIS”, você parece não avaliar inteiramente as consequências duma realidade solipsística, como aquela em que você especula no seu interessante texto sobre uma ou mais mentes solipsistas, criando ou co-criando a realidade como nós supomos conhecê-la.

    Em que uma das maiores consequências, senão a maior, é que o UNIVERSO, é absolutamente imaginário, apesar da ciência física, nos informar que a Natureza é mais ou menos luminosa, plasmática, gasosa, líquida e sólida…

    Digo isto, porque me parece lógico, que o universo funciona, como se precisasse d’um actor e espectador consciente… Nós, a humanidade, que vive espalhada por tod’os os recantos mais insuspeitados do COSMOS, como você conjectura nos seus 6 principios de filosofia exeriana !!!

    Passo-lhe a citar o que disse Vacherot, um filósofo que se encaixa perfeitamente, nas suas aventuras solipsistémicas.

    Elimine-se o Homem, e a consciência desaparece: E desaparecendo a consciência, é o eclipse total da Natureza.

    Mas será possível ocorrer o eclipse TOTAL da consciência humana… ???

    ««Garth é uma tira de banda desenhada do jornal britânico Daily Mirror, com início a 24 de Julho de 1943 e fim em 22 de Março de 1997, reiniciada a 13 de Agosto de 2008. É do género ação-aventura e baseia-se no personagem que é um herói que combate vilões em todo o mundo e através dos tempos. Garth foi amplamente distribuído em todo os países de língua Inglesa durante a sua publicação.

    História

    Garth deu à costa nas ilhas Shetland e foi adoptado por um casal idoso. Enquanto foi crescendo, desenvolveu força quase sobre-humana e tornou-se num capitão naval e génio militar.

    Depois de conhecer o professor Lumiere, este psico-analisa-o fazendo com que ele recupere as suas memórias, tornando-se posteriormente no seu mentor.

    A partir dai, Garth começa a viajar no tempo, utilizando um raio inventado pelo professor Lumiere, confrontando vilões como a Madame Voss e Apolo.

    Para continuação de leitura… … …

    Garth – Wikipédia, a enciclopédia livre
    Garth é uma tira de banda desenhada do jornal britânico Daily Mirror, com início a 24 de Julho de 1943 e fim…
    pt.wikipedia.org

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Garth

    Um abraço

    • Ola Artur…

      Desculpe demorar a responder. De fato no texto (http://www.xr.pro.br/fc/PARADOXTIME.html) não investigo a hipótese solipsíquica, como normalmente não faço na maioria dos textos sobre Ficção Científica devido a usualmente partir da premissa de uma realidade física, uma das vias de escape do Solipsismo, como explicado mais detalhada, e academicamente, em http://www.xr.pro.br/monografias/estEtica_Dourada3.html#CETICISMO .

      Mas realmente a possibilidade de viagens no tempo mentais, como as estórias onde somente a consciência do viajante é transferida, sugerem uma especulação neste sentido, com consequências bastante peculiares.

      Em primeiro lugar é necessário que se entenda que o Solipsismo é perfeitamente compatível com uma concepção de universo Mentalista onde a realidade é apenas uma projeção de diversas mentes, pois como digo nesse supracitado texto, não há diferença prática entre:

      a) Uma Única Mente gerando a ilusão de Um Universo repleto de Mentes;
      b) Um Universo repleto de Mentes que geram a ilusão de Uma Única Mente.

      Antes porém, vamos passar pela possibilidade de viagens temporais mentais num universo mais em conformidade com nossa tradição científica, onde a mente seria algo distinto da matéria. Nessa possibilidade, se tal viagem mental é possível, então a mente possui tal autonomia, podendo migrar para cérebros diferentes. O exemplo mais longínquo e interessante que conheço é “Sombras Perdidas no Tempo” de H.P.Lovecraft. (é possível conseguí-lo on-line), onde uma antiquíssima raça não humana podia trocar sua mente com seres inteligentes de outras épocas, e a estória é narrada por um acadêmico que foi inesperadamente temportado mentalmente para esse passado distante, conhecendo uma civilização poderosa e completamente estranha à humana, enquanto o ser passado estudava a humanidade.

      Mas nesse caso, havendo então uma natureza física independente, não estaríamos em, como gosto de dizer em trocadilho, “Solo Psíquico”, a não ser que demos um passo a frente e coloquemos a matéria como ilusão projetada pela mente. Agora sim, podemos especular no sentido de viagens no tempo mental num universo onde a única substância é a mente em si. Que consequências isso traria?

      Surpreendentemente, a princípio quase nenhuma diferença faria, visto que as impossibilidades que levanto na questão das viagens do tempo para o passado e os paradoxos temporais, não são exatamente problemas físicos, mas lógicos, e nesse sentido se aplicam tanto, e até mais, às mentes que aos entes físicos. O que poderia ser eliminado seriam algumas questões específicas como a dos Instantes Infinitesimais Indivisíveis de tempo, e a consequência inevitável das Dimensões Paralelas, mas até essas talvez possam ser reinterpretadas resultando num equivalente puramente mental.

      Na verdade isso é material para especulações profundas que poderiam render vários outros textos, mas ficando na questão dos paradoxos, notem que eles são por natureza psíquicos. É nossa incapacidade mental de lidar com a contradição que a transforma num limitador das viagens no tempo para o passado típicas da FC. O Paradoxo de Causa e Efeito, por exemplo, permaneceria intocado, pois a mente continuaria incapaz de lidar com a contradição de situações.

      Isso resistiria mesmo num universo solipsíquico, visto que os atributos mentais necessários para e mera concepção de Solipsismo ainda estão subordinados ao princípio de Consistência, Não-Contradição. No entanto, nesse universo a produção de realidades alternativas é muito mais fácil de aceitar, visto que seriam fenômenos mentais instantâneos. Ou seja, facilitaria muito a questão das virtualmente infinitas Dimensões Paralelas.

      E se pensarmos em termos de Solipsismo Quântico, então as múltiplas realidades bem como linhas do tempo seriam meras opções alternativas imediatamente acessíveis à mente em questão, transferindo o fenômeno temporal de longo prazo para diferentes arranjos mentais simultâneos.

      Em suma, há um desdobramento inicial, que por um lado torna as Viagens no Tempo Mentais pouco ou nada diferentes das Materiais, mas por outro pode-se desenvolver uma nova série de conceitos e terminologias para adaptar a reflexão de modo a torná-la ao mesmo tempo mais plausível e maleável. Ademais, com o aumento do poder mental, mediante um enfraquecimento do terceiro pilar do Solipsismo (de que o mundo fenomênico está predominantemente fora do controle do Ego) poderia-se flexibilizar ainda mais a capacidade de viagem, resultando em fenômenos mais interessantes.

      Mas é um tema ainda passível de investigação, e que curiosamente nunca me ocupara antes, motivo pelo qual achei sua mensagens tão instigante.

      Amigavelmente

      Marcus Valerio XR

  2. Marcus, um adendo sobre o uso de lasers como arma.

    Mesmo os mais potentes lasers tem como característica a forma de transmitirem energia para os alvos, basicamente como calor irradiado, sem nenhuma capacidade de impacto mecânico. Isso significa que eles são muito eficientes contra materiais de baixo ponto de fusão, como o plástico usado em drones ou o alumínio utilizado em aeronaves, mas para cortar chapas de aço por exemplo o tempo de aplicação já fica tão alto que o processo de corte a laser é sempre o gargalo na produção de peças industriais. E ainda não se inventou um laser, por mais potente que seja, capaz de cortar de forma eficiente peças de cerâmica refratária.

    Assim, seria relativamente fácil proteger uma nave contra lasers simplesmente revestindo-a com ladrilhos refratários opacos (a simples alumina seria uma excelente escolha de material). E se sobre estes fosse aplicada uma camada refletora adequada, a proteção poderia ser multiplicada por dez ou mais. Isso não é possível em um drone ou avião atual por uma questão de peso, mas seria fácil de fazer em uma nave espacial ou mesmo em mísseis em um futuro nem tão distante assim. Um laser extremamente potente poderia ultrapassar esta proteção, mas para isso seria necessário manter a aplicação do laser concentrada exatamente no mesmo ponto por muito tempo (digamos, vários segundos), algo virtualmente impossível no caso de naves distantes centenas ou milhares de quilômetros uma da outra e com liberdade total de movimentos.

    Mas existe uma alternativa possível, que seria o uso de armas eletromagnéticas disparando cargas de plasma ionizado (vamos chamá-las de canhões iônicos). eles funcionariam como potentes aceleradores de partículas, acelerando seus projéteis a velocidades extremamente elevadas (podemos supor dezenas ou centenas de milhares de m/s) neste caso os projéteis não são sólidos, mantendo-se coesos apenas devido a campos eletromagnéticos induzidos na massa de plasma por correntes interiores. Enquanto esta massa de plasma permanecesse coesa sua velocidade elevada lhe daria a mesma capacidade destrutiva de um projétil sólido, mas quando estas correntes se dissipassem com o tempo devido à própria resistência interna do plasma (que não é zero) os projéteis se desintegrariam devido à repulsão eletrostática, e desapareceriam formando nuvens difusas de gases ionizados sem capacidade destrutiva. Seria algo como lançar relâmpagos esféricos (que já são produzidos em laboratório, embora de forma descontrolada) com canhões de Gauss.

    Uma possibilidade ainda mais destrutiva seria se este plasma fosse formado por partículas que interferissem na estabilidade dos átomos atingidos, forçando-os a se desintegrar. Isso poderia ser obtido por exemplo se o plasma fosse composto por partículas anti-méson (o méson é a partícula que mantém os núcleos dos átomos estáveis). Neste caso a massa do projétil e sua velocidade seriam basicamente irrelevantes, a energia destrutiva viria da própria desintegração dos átomos do alvo.

    Bem, estas são apenas ideias para os autores que estejam pensando em batalhas espaciais minimamente realistas.

    • Mas uma arma laser não precisaria cortar o alvo. Ela poderia ser usada para explodir crateras no alvo com pulsos suficientemente rápidos e energéticos, como explica este especialista em laser, Luke Campbell: http://panoptesv.com/SciFi/LaserDeathRay/Blaster.html. Esta tarefa pode ser facilitada se conseguirem construir um laser de raios x: http://panoptesv.com/SciFi/LaserDeathRay/HardX.html. Os raios x não podem ser refletidos e ainda penetram um pouco no material, assim mais energia seria absorvida a cada pulso, o que permitiria explodir crateras mais profundas, penetrando a armadura com menos pulsos do que seria preciso com frequências de luz menores.
      Agora mesmo se você ficar na frequência UV, segundo este blog: http://www.rocketpunk-manifesto.com/2009/08/space-warfare-v-laser-weapons.html; um laser UV com potência de 1 gigawatt, espelho ou lente de 10 metros de diâmetro, vai focalizar num ponto de 12,2 cm de diâmetro a 5000 km de distância. A densidade de potência seria de 8,5 megawatts por cm2, capaz de furar 1 m em grafite, um material altamente refratário, em 1 segundo. Vê-se que o maior obstáculo contra o canhão laser é produzir máquinas com tais potências e energias.

      • De qualquer forma, para causar o efeito de “blaster” o laser teria que vaporizar muito rapidamente o material do alvo, e isso é bastante difícil com materiais de elevado ponto de fusão. Claro que se imaginarmos potências infinitas e frequências elevadíssimas (porque parar nos raios-X, porque não lasers de raios gama?) tudo é possível. Mas ainda assim as dificuldades permanecem. Por exemplo o grafite é sim refratário mas é NEGRO, com elevadíssimo coeficiente de absorção. Já a Alumina é branca e em sua forma amorfa mais comum tem um alto coeficiente de refração aleatória, dissipando a energia que vier a absorver. Melhor ainda se fosse utilizado o diamante, que combina as características de ambos.

      • Mas como podem ver em http://www.xr.pro.br/FC/batalhaespacial.html , essa questão dos materiais e a dificuldade que os LASERs teriam de destruí-los já está prevista no texto, tanto que dediquei algum tempo ao sistemas de defesa que não só revestiriam a nave com cobertura refratária, como escudos na forma de guarda chuvas e até nuvens defensivas.

        De fato, o maior obstáculo seria a potência do raio em si, bem como sua precisão e alcance, mas lembrem-se que a naves não poderiam evitar de antemão serem atingidas pelos disparos, portanto sua capacidade de movimentação só será válida após ela ser alvejada e então rapidamente se mover para evitar o tempo de exposição. Estar em constante rotação seria também uma medida preventiva possivelmente eficiente.

        A ideia dos canhões iônicos é muito plausível, mas eu não tinha muito conhecimento sobre ela na época que escrevi o texto Seria inclusive uma solução muito melhor que canhões de Gauss que empesteariam o espaço de projéteis que ficariam vagando indefinidamente. Seguramente isso seria considerado crime por algum tribunal de guerra.

        Obrigado aos dois pelas ótimas contribuições.

  3. Olá marcus.

    Eu gostaria de convidar você a ler e comentar o meu artigo no Recanto das Letras intitulado “Exobiologia – Alienígenas Humanóides?” (link: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/2103534). Ele foi escrito a pedidos de uma autora de ficção científica que gostaria de ter uma base melhor para criar seus alienígenas, e contempla também algumas implicações mais sociológicas/filosóficas. Eu gostaria muito de saber a sua opinião.

    Um abraço,

  4. Oi Leandro, prazer em conhecê-lo. Obrigado pela resposta instrutiva. Depois de pesquisar um pouco as propriedades dos materiais que você citou, deu pra ver que eles poderiam ser mesmo uma defesa eficaz contra armas laser existentes, e talvez contra as que poderão ser inventadas num futuro próximo. Quanto ao laser de raios-x, ele já existe: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=laser-raios-x-atomico&id=020115120126; http://www.emilitar.com.br/blog/armas-e-tecnologias-do-futuro-laser-de-eletrons-livres/; e embora o de raios gama possa vir a existir: http://ciencia.estadao.com.br/blogs/ciencia-diaria/fisicos-dao-um-grande-passo-a-caminho-da-construcao-do-laser-de-raios-gama/; não vi nenhuma sugestão de como se poderia focalizá-lo, já que não poderia ser refletido nem em ângulos rasantes como os raios-x moles: http://chandra.harvard.edu/resources/animations/mirror.html.
    E se uma potência de gigawatts pareceu exagero: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/cientistas-afirmam-ter-disparado-o-feixe-de-laser-mais-poderoso-do-mundo

  5. Olá Marcus. Faz tempo que pensei em assistir oblivion e acabei esquecendo. Mas graças ao seu texto finalmente me lembrei, e realmente é um excelente filme! Já tinha visto lunar, que também gostei bastante, apesar deste não ter o brilho de oblivion.
    A respeito da tecnologia terrestre no filme, parece mesmo absurdamente avançada para 2017: chegar até a órbita de Saturno em 39 dias quando sondas reais atuais levariam anos?! E a comunicação instantânea com o controle da missão?! Se não for um erro, é indicação de comunicação mais rápida que a luz, o que por sua vez me leva a perguntar pra que arriscar uma tripulação em titã, se com tal tecnologia uma sonda automática poderia ser controlada remotamente em tempo real?
    Por fim , me parece espantoso que uma inteligência como TET não pensaria em usar células de combustível como bombas antes dos humanos! Nem mesmo depois de vê-los fazendo isso! Se foi fácil para os drones invadir o esconderijo humano, imagine então se um deles fosse um drone-bomba? A resistência seria vítima do próprio plano, antes de poder colocá-lo em prática. Nesse caso, o único argumento que vejo para salvar a estória é, nas suas próprias palavras: “Mas em termos da narrativa é notório que isso é fundamental para o desenrolar da trama e é difícil oferecer uma alternativa plausível.”

    • Olá Maciel. Desculpe a demora em responder.
      Sim, Oblivion sofre desse problema hollywoodiano de obsolescência precoce aparentemente obrigada. Como se fosse errado adiantar a expectativa mais para o futuro. Mas quanto a questão da célula de combustível, não vejo tão problemática assim. Era fato que tanto o operador e portanto a TET sabiam que as células haviam sido roubadas, mas não que soubesse exatamente que estavam sendo usadas como bombas. Não há indício no filme que eles soubessem o que teria causado a explosão no “rig” de extração de água no oceano. Jack só fica sabendo pelos membros da resistência. TET pode ter pensado se tratar de um ataque com armamento nuclear terrestre, que fôra amplamente usado na guerra.

      Quando a TET usar este, ou qualquer outro recurso, para exterminar a resistência, o que me parece é que ela não parecia preocupada. De certo subestimou a capacidade da resistência humana. E a detonação das células de combustível de certo não era uma operação simples. Aliás detonar uma bomba nuclear é o processo mais complicado da operação. A tecnologia do detonador é mais complexa do que toda a estrutura e o material radioativo

      Aliás, o motivo pelo qual TET utilizava humanos era exatamente sua capacidade de improvisação e criatividade, que ela possivelmente não tinha, tendo vencido a humanidade mais por uma “força bruta” superior inicial. Inclusive o diretor do filme comenta isso nos extras do blu-ray, chegando a dizer que a cena do “chiclete” fora introduzia exatamente para simbolizar isso, onde Vika representa mais ou menos o ponto de vista da própria TET, incapaz de compreender a genialidade humana.

      Obrigado pela mensagem.

  6. Saudações Marcus. Minha especulação sobre as células foi porque supus que, mesmo não imaginando de início as intenções da resistência, seria um pouco óbvio para TET a causa da explosão. Uma fonte de energia poderosa só poderia servir para alimentar veículos, casas, ou armas. Penso que estimar a energia da explosão seria trivial para a I.A. alienígena. Depois, a simples comparação com o conteúdo energético das células permitiria, no mínimo, que a invasora as listasse ao lado de outros dispositivos de poder comparável. No entanto, dias depois de mandar a mensagem anterior, me ocorreu que TET poderia ter armas tão compactas e leves como uma célula de combustível, porém ainda mais destrutivas. Mas a sua explicação faz sentido. Ela teria que estar preocupada para tomar medidas extremas. Para quem pode destruir a Lua, uma bomba nuclear não pareceria grande coisa.
    Finalmente, aproveitando a seguinte frase do seu texto: “Uma estória que eu poderia ter escrito…”; quero dizer como seria bom ver o cinema brasileiro produzir filmes de ficção científica no nível de oblivion. Qualquer um dos contos do seu site daria um grande filme nas mãos certas. Três que gostaria de ver na tela: “A semente dos olhos”, “V.I.N.C.I. 238” e “A queda da lua”.

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